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Chiropatia para corpos em desenvolvimento

A dor nas costas pode ser um grande problema para crianças e adolescentes

Você sabia que milhões de pais levam seus filhos menores para fazer tratamento chiropático todos os anos nos Estados Unidos?

A razão é simples. Coluna e corpos em desenvolvimento têm estreita ligação com quedas e arranhões, seja no aprender a andar, na prática de esportes, ou nas brincadeiras comuns (e muitas vezes perigosas!) da rotina infantil. A saída para que a coluna de uma criança esteja sempre na linha é identificar os desvios desde cedo e intervir antes que os pequenos tornem-se adultos.

Quando uma criança começa a engatinhar, começa também a desenvolver a curvatura do pescoço. Começa também o desenvolvimento da coordenação entre braços e pernas. Quando as crianças começam a andar, elas costumam usar os quadris para se equilibrarem e ficarem em pé.

É importante os pais prestarem atenção em determinados sinais no andar dos filhos: Se um ombro mais elevado que o outro, ou ambos curvados para frente. Se a cabeça faz rotação mais para um lado que para outro, ou se a criança apresenta certo desconforto ao virar a cabeça para o outro lado. É imprescindível reparar ainda se quadril e a perna movem-se diferente de um lado quando a criança anda ou corre e se os dedos do pé apontam muito para dentro ou muito para fora.

Muitos destes sinais podem causar problemas nos ossos, articulações e músculos e, caso esses problemas não forem detectados cedo, podem se tornarem dolorosos alguns anos depois. Através da manipulação da coluna, a chiropatia – ciência que trata da coluna sem medicamentos ou cirurgia – é um método eficaz contra os desvios de coluna na infância. Não são apenas pessoas mais velhas que sofrem com dores nas costas. Todos os dias, milhares de crianças no mundo todo realizam ajustes com chiropatas. É a maneira mais eficiente para aliviar a dor que pode estar incomodando. O tratamento pode restaurar as funções normais do organismo e proporcionar aos seus filhos mais qualidade de vida.

Observe sempre seu filho e fique atento se ele apresente uma postura errada ao andar ou correr. Quanto mais cedo for realizado o tratamento, mais rápido e fácil ele se torna. Procure o Instituto Brasileiro de Coluna para tirar suas dúvidas e, se preciso, agendar uma consulta.

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Os perigos da postura da cabeça pra frente

Fique atento a sua postura: portáteis podem causar FHP

Atualmente, as pessoas estão constantemente “conectadas” em seus dispositivos portáteis, seja de seus telefones celulares, videogames portáteis como o Nintendo DS, e-readers ou estão apenas usando aplicativos do iPhone. A Kaiser Family Foundation constatou que os jovens 8-18 anos de idade gastam acima de sete horas e meia por dia, utilizando alguma forma de mídia móvel. Como resultado, esta faixa etária esta desenvolvendo uma condição conhecida como postura da cabeça para a frente (FHP, do inglês forward head posture) .

Enquanto a tecnologia avança no mercado de dispositivos móveis de mão, é importante compreender que, quando a cabeça vai, o corpo seguirá. Se você tiver FHP, então você terá os ombros caídos. Com ombros caídos pra frente, um peito côncavo surgirá, e muitas vezes uma dobra pélvica, que pode contribuir para disfunção progressiva e dor ao longo do tempo.

Devido a faixa etária de pessoas com idades entre 13-27 ser um dos maiores grupos de “digitadores”, podemos esperar ver um grande aumento de condições médicas e chiropaticas na próxima década. A quantidade de tempo gasto em uma inclinação da cabeça para frente enquanto digitam ou jogam, navegam ou pesquisam na web aumentou ao mesmo tempo que os dispositivos móveis como telefones celulares, videogames e tocadores de MP3 se tornaram menores, móveis e, essencialmente, uma extensão direta da pessoa.

Olhe ao seu redor e você verá pessoas com FHP, utilizando dispositivos móveis nas mesas em restaurantes, em seus carros, andando pelo shopping, na fila do supermercado, e até mesmo sentados na recepção dos consultórios médicos. Somos uma sociedade que está “ligada”, agora mais do que nunca, e estamos sofrendo as conseqüências para a saúde.

Evidentemente, a postura da cabeça para a frente não é uma nova condição. Os chiropatas têm tratado e educado pacientes sobre os perigos do FHP, durante anos.

Com tudo isso dito, é importante entender os efeitos negativos de uma síndrome do esforço repetitivo e prestar atenção em quantas horas você está usando seus dispositivos móveis de mão e quantas horas as crianças estão usando esses dispositivos. Converse com seu chiropata sobre FHP, os perigos das mensagens de texto e outros comportamentos que colocam seu corpo em posições estressantes, e como você pode evitar a dor antes que comece.

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